Cinco

Um, dois, três, quatro, cinco. Cinco deveria ser o número do capeta! Por quê? Porque cinco foi o número de quilos que eu engordei depois de dois meses e meio de absoluta permissividade gastronômica.

Já sei que não posso reclamar, porque tenho consciência de que comi o que quis (e até o que não quis também, só porque estava ao alcance de uma mordida), mas isso não me serve de consolo.

Acho que a minha maior frustração é que na minha cabeça eu tinha engordado só três quilos. Me neguei a pisar numa balança desde que cheguei e só tive coragem de fazer isso segunda passada, quando finalmente voltei à academia.

Quando eu vi 64,3 olhando para mim fiquei ar-ra-sa-da. Muito arrasada.

Minhas banhas na barriga voltaram e isso eu já podia sentir há mais de mês. Quando, já em casa, tentei vestir calça jeans, tive que experimentar quatro até encontrar uma que fechasse e me deixasse respirar. Sim, porque respirar vestida é algo muito importante.

Sei que viajei com crédito, mas que diferença isso faz agora, não é mesmo? Estava com o melhor corpo que já tive na vida e vou ter literalmente que suar um bocado para tê-lo de volta.

A parte boa é que estou bem focada a estar ao menos muito perto de como estava. Para tanto, me dei quase três meses de prazo, o tempo que falta até o meu aniversário. O plano é chegar até lá mais magra e menos mole, com a graça de Deus; que há de levar para bem longe meu cansaço e me trazer mais força e fôlego. Amém.

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