Fontaine du Vaucluse

Saindo de L’Isle-sur-la-Sorgue, o destino seguinte deve ser Fontaine du Vaucluse, a cidade onde o rio Sorgue nasce.

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Para ir até a nascente do Sorgue, depois que chega à praça, é só seguir uma placa indicativa (a pessoa aqui não bateu foto da plaquinha, foi mal) e vai subindo.

No meio do caminho, está o Moulin au Papier, uma fábrica de papel artesanal reciclado, cujo processamento é feito a partir do movimento do moinho, que gira e faz a engrenagem funcionar e fazer o papel. Uma das coisas mais interessantes que vi até agora. Tive que me conter para não comprar uma ruma de papel. Ainda bem que era tudo caro demais e isso foi bem desestimulante.

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Só agora vi que esse short me deixou parecendo que tenho um pinto! Favor relevar, tá? Ele é folgado e eu não vou deixar de colocar a única foto com o moinho que faz o papel. Grata pela compreensão.

Depois da fábrica de papel, a subida continua e eu aviso: se você não estiver com a academia em dia, sinto muito, mas vai ser difícil e cansativo o percurso. Além de ser subida, o caminho é feito de uma pedra super escorregadia. Outra coisa: não invente de ir com sapato que não tenha sola de borracha, viu?

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O que se vê no caminho já é lindo, muito lindo, e então a gente chega à nascente e dá de cara com isso:

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Você me vê bem sentada nessa foto e deve pensar que eu precisei descansar um pouco, certo? Pois você errou! Estou aí sentada, com cara de retardada, porque me estabaquei no chão! Fui tentar ficar num lugar para ver melhor o azul do rio, escorreguei, caí de bunda nas pedras e ainda arranquei um pedaço da palma da minha mão que até agora não cicatrizou. E a sapatilha que eu usei tem sola de borracha! Então, todo cuidado é pouco, como eu disse antes.

E, para manter a dignidade, na descida, sentei direito para então descansar um pouco e não pensar na queda. Com esse rio e essa vista atrás de mim, essa foi uma missão bem fácil.

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