Saint-Tropez

No último domingo, Nicole, minha adorável landlady, me levou para conhecer Saint-Tropez, que fica a duas horas e meia de carro de Marseille (com dois pedágios no meio do caminho, ao custo total de 4,10 euros). Conosco estava Yasko, uma japonesa que veio estudar na França e resolveu por aqui ficar.

A estrada até Saint-Tropez é linda, mas perigosa, com uns trechos cheios de curvas sinuosas, numa estrada hiper estreita e sem qualquer proteção.

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As paisagens no meio do caminho são lindas. As fotos não estão fazendo jus, porque estava meio nublado.

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Nicole dava uma parada de vez em quando para eu apreciar um pouco as praias de areia.

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Numa das paradas, pude comer o melhor e mais leve croissant dessa viagem. Infelizmente, me esqueci de anotar o nome da boulangerie.

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Em Saint-Tropez existem várias praias e nós decidimos ficar no Boulevard Batch, o mesmo que abriga o Le Club 55, o restaurante de praia mais caro da região (onde o café custa apenas 35 euros) e o mais frequentado pelos ricos e famosos.

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Assim que chegamos, ficamos farofando ao lado do L’Orangerie, mas não deu para resistir e ficar só olhando: fui lá tomar meu drink e ser feliz. Não, não fiquei nas cadeiras com colchonetes laranjas, porque não aguentava mais o sol. Estava bem a fim de sombra e água fresca, ou, como foi lá, de um “piscine de rosé”.

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E, minha gente, o que é esse mar??? Além de uma cor linda demais, a sensação de tomar banho aí é absolutamente diferente de tudo o que já experimentei (relacionado a banho de mar, obviamente). A água é a mais fria e mais salgada onde mergulhei. Mas, apesar disso, depois que saí, não senti frio algum. Senti um conforto gigante, preciso dizer. Vou até escrever algo que vai parecer coisa de gente deslumbrada, mas não estou nem aí: todo mundo precisa mergulhar nesse mar ao menos uma vez na vida. E quer saber? Fiquei mesmo deslumbrada e não vou me culpar por isso!

Depois da praia, fomos para o centro de Saint-Tropez, ver o porto, as lojas e passear pelas ruazinhas.

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Depois de zanzar um pouco, eu e Yasko resolvemos parar e comer alguma coisa. Por causa do horário, por volta das 17h, não tinha muita opção e seguimos a indicação de um local: fomos ao Le Sporting. Pedi um tartar de bouef e Yasko, uma galette de frango.

Galette é a prima muito mais saborosa do crepe. Amei e quase me arrependi de não ter pedido uma. Como Yasko me disse que parecia crepe e eu não sou sua maior fã, preferi escolher algo conhecido. Não houve arrependimento, porque meu tartar estava ótimo e veio acompanhado da melhor batata frita que já comi na vida!

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2 respostas para Saint-Tropez

  1. Oh meu Deus do céu, que lugar lindo, que fotos e que talento máximo para escrever!

  2. Pingback: Le Camion Qui Fume | A manda em si mesma

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