Moça faceira

Fico imaginando o que passa na cabeça de uma pessoa que coloca “mocinha faceira” como argumento de pesquisa no Google e me acha. Se fosse eu, a frustração seria grande no primeiro momento, viu?

Sim, minha gente, alguém fez isso, creia ou não.

Desde que voltei de São Paulo, apesar de tê-lo feito com muito assunto para escrever por aqui, inventei de refletir sobre o que quero fazer e para onde quero ir. Só penso nisso e, por consequência, acabo falando nisso e nas angústias decorrentes.

Claro que se a criatura for perseverante e chegar a posts menos recentes, o significado de faceira até vai aparecer, mas acho que de forma diferente da esperada.

Não por meu riso estar diferente, porque ele está igualzinho. Talvez mais amarelado, mas o formato permanece o mesmo.

Mas meu olhar mudou. Percebi isso hoje procurando uma foto que apaguei no telefone, mas estava aqui no blog.

Não sei exatamente o que aconteceu ou o que deixou de acontecer, mas a mudança está lá. Na verdade aqui, bem na minha cara.

O danado é que constatei isso pouco tempo depois de ter ouvido observação bem parecida de alguém que me conhece há quase dez anos.

Não vou querer me analisar ou buscar os porquês para minha mudança, já que me interesso pela mudança em si e não mais pelos motivos a partir dos quais ela aconteceu.

Na verdade, faz tempo que não quero saber por quê. O que eu quero? Só Deus.

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