Das grandes invenções do mundo

Estava conversando com Heloísa no final de semana sobre nada e acabei mencionando o que na minha cabeça, até os vinte e poucos anos, era a maior invenção da humanidade: a lapiseira. Só um gênio para inventar um objeto comprido, estreito, com diâmetro de apenas um centímetro, de onde, a cada aperto, uma ponta de grafite, que é o que há de mais legal na hora de escrever.

Para mim, para escrever, depois do computador, vem o grafite e não a caneta, não tem jeito. Meu cérebro apreende muito melhormente se eu ler algo escrito em grafite. Se, por acaso, tiver que usar caneta, tem que ser azul. Com preta, as coisas ficam meio lá meio cá. Sei que você está pensando “que menina retardada, deve ser muito burrinha, tadinha”, mas essa é mesmo uma das minhas inúmeras limitações.

Escrevi tudo isso para dizer que, do nem tão alto dos meus 32 anos e meio, afirmo, sem medo de errar, que a maior invenção da humanidade, na verdade, é o corretivo. Não há nada no mundo que bata a eficiência de algo capaz de esconder olheiras, espinhas, melasmas e qualquer mancha que apareça na cara da pessoa, ou ao menos na minha.

Encontrar o corretivo perfeito não é tarefa das mais fáceis e eu suei muito, literalmente, até achar o meu. Porque a cor faz diferença dependendo do clima, a consistência do produto também; aí precisa ter um mais claro e outro mais escuro; um de cobertura mais leve, outro de cobertura mais pesada.

É uma ciência e digo isso com propriedade. Não é qualquer corretivo que cobre minha olheira, e nem estou falando dos dias em que acordo depois de uma noite mal dormida, falo do dia a dia mesmo. É aí que uso MAC studio finish, cor NC20 ou NW25, dependendo do tom da pele no dia (sim, descobri que isso muda, ó), porque qualquer deles tem uma cobertura muito boa e que segura na minha cara o dia quase todo (lembrando que me maquio por volta das 9h e tem dias que só volto pra casa depois das 22h, então o negócio é muito eficiente).

Quando minha olheira está negra e quase chegando ao chão, só o que me ajuda é o corretor (não é corretivo, não estou ficando doida) da Bobbi Brown, na cor Bisque (uso o corretivo da linha, mas não me lembro do nome da cor agora). Pense num negócio que manda o roxão plantar batata! Quando o cara que me atendeu na loja me indicou essa cor, não dei muita bola pra ele, porque quando a gente olha, o bicho é rosado. Como ele disse que não me venderia outro, porque era essa a minha cor (olhe o atrevimento e a impertinência do sujeito), comprei e caí de amores por ambos, o vendedor sem noção e o corretor.

Então, é isso: corretivo em primeiro lugar e lapiseira em segundo no meu ranking de coisas incríveis já inventadas.

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