A meus amigos

Eu sou muito grata pelos meus amigos (incluídos os que fazem parte da família; sim, porque eu tenho amigos que são parentes!) . Muito mesmo. Nos momentos mais críticos da minha vida, se não tivesse sido por eles, não sei literalmente o que teria sido de mim. A importância deles é tanta que não consigo me expressar direito, sabe? Estou com uma dificuldade imensa em colocar no papel o que está na minha cabeça e parece que não vou conseguir fazer isso com a exatidão que essas criaturas que moram no meu coração merecem. Paciência, né?

Escrito isso, preciso mesmo dizer (escrever, né?) que ter estado na presença de alguns deles nos últimos dias me deixou mais leve. Depois de um tempo enfurnada dentro de casa, já um pouco mofada, é preciso que se diga, estar entre pessoas queridas foi muito importante. Conseguir isso quatro dias seguidos foi um presente.

Acho mesmo que posso afirmar que minha sanidade (ou ao menos o que sobrou dela) deve muito ao amor, à paciência e à presença dessas pessoas, sabe?

Não tenho milhares de amigos, mas tenho os que estão perto, os que estão longe, os que sabem muito da minha vida, os que sabem quase tudo, os mais compreensivos, os que me dão carão, os que ligam mais, os que ligam menos. Não importa muito como eles são, o importante é que estão próximos ou, quando distantes, ao alcance de uma chamada.

Estou mais uma vez falando sobre isso, porque, por mais que algumas coisas não tenham saído como previsto em algumas situações e eu tenha me surpreendido de uma forma ruim no que diz respeito a esse assunto, acredito, do fundo do meu coração, que as pessoas que nos fazem feliz da forma mais altruísta e honesta que pode existir são maioria e isso me deixa bem animada. Porque, por mais que eu tropece ou até caia, sei que sempre tem uma mão pronta para me segurar, aparar ou levantar. É isso que me faz continuar acreditando no valor da amizade.

Estou batendo nessa tecla mais uma vez, porque ainda não coloquei completamente para fora de mim uma tristeza gigante que uma situação específica me causou. Ainda falta um tanto, é verdade, mas estou no caminho da libertação (frase péééssima, mas deu vontade). Até porque tristeza não combina comigo, muito menos com o que quero na minha vida. Mas, como não sou de ferro, vou tirando o sentimento ruim de dentro de mim da forma que posso. Daqui a pouco a lamúria acaba. Prometo.

Anúncios
Esse post foi publicado em Amigos, Família. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s