Meus amores

Uma das melhores coisas das minhas férias foi ter estado com Lucas e Gustavo. Claro que com Aline e André, também, mas é que criança é mesmo muito especial.
Lucas não me reconheceu, o que era esperado. Isso me deixou meio triste no início, mas depois o jeito era reconquistá-lo, né? Tentar fazê-lo recordar o quanto ele é especial para mim e o quanto o amo. Com Gustavo foi tudo bem diferente – de Lucas, quero dizer. Gu já sabe que eu o amo de paixão e que vou sempre brincar de Beyblade com ele, ou batalhar, como ele gosta de dizer.
Uma coisa que aprendi a fazer dessa vez, até por força das circunstâncias, foi não privilegiar nem um dos dois. Não deixei Lucas dar fim ao Beyblade favorito de Gustavo, apenas por ser o mais novo, mas também não deixei Gustavo excluir Lucas das brincadeiras apenas por ele ser o menor. Tentei ser mais justa, eu acho. Antes minha sardinha era toda de Lucas, até pelo vínculo que foi estabelecido, acredito. Acompanhei o primeiro ano dele, algo que não fiz com Gustavo e de que me arrependo muito. Dessa vez, consegui olhar mais para Gu e para as necessidades dele. Acho que ele percebeu isso, que nossos laços se estreitaram. Até porque no dia de eu ir embora ele ficou me perguntando a que horas eu ia, se eu ia mesmo e, na hora em que estava pronta para sair de casa, ele não quis se despedir de mim. Fiquei mal, bem mal, mas segurei a onda.
Mas Aline foi me deixar no aeroporto e eu fui contando o momento da despedida, aí não deu. Chorei um bocado. Na hora, André até me ligou e mal consegui falar com ele. Nesse minuto, choro me lembrando do quão triste Gu ficou.
De qualquer forma, daqui a pouco vou estar perto deles novamente e ser feliz com isso e deixá-los assim também. Não, não é para Porto Alegre minha próxima viagem. Quem adivinhar o destino ganha um prêmio!

20120410-211915.jpg

20120410-211934.jpg

20120410-212004.jpg

20120410-212059.jpg

20120410-212130.jpg

20120410-212141.jpg

20120410-212215.jpg

20120410-212246.jpg

Anúncios
Esse post foi publicado em Família. Bookmark o link permanente.

2 respostas para Meus amores

  1. Desde antes de eu ter meus próprios filhos eu defendo que não se pode exigir do maior que abra mão de tudo só porque o outro é menor. Não só para que o mais novo aprenda com a frustração, mas também para que o mais velho não se sinta sempre obrigado a ceder para ser valirizado, é preciso buscar agir com justiça nas situações do cotidiano infantil. Pegou o brinquedo primeiro? Pronto. O outro precisa entender que aquela não é a sua vez. Ainda. Sim, pq é preciso alternar com cuidado o benefício, para não criar uma desigualdade. Claro que há situações que impõem o uso da velha frase: deixe a sua irmã, ela é pequena!! O desafio é saber quando ela é necessária e adequada e quando pode ser evitada. E é essa a beleza de criar e educar filhos que têm irmãos: mais conflitos, mas mais situações que trazem, em si mesmas, lições importantíssimas para toda a vida deles. Recomendo!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s