Não estou pra ninguém

Não me chame, não me ligue, não me procure. Resolvi ficar sozinha comigo um dia e não admito qualquer interpelação (essa palavra me faz pensar que eu sei das coisas… ô ilusão…) de qualquer ordem, de qualquer frente, para qualquer coisa.

Não adianta insistir. Estou firme no meu propósito de fazer coisas minhas, apenas minhas, no meu tempo. O máximo de importunação que eu admito é da minha barriga, que vai se deliciar com coisinhas bobinhas, mas gostosinhas.

Hoje, por exemplo, deitada no sofá, igual gata, estava achando que o mundo (o meu, claro) devia ser sempre assim, sossegado, para eu fazer o que tenho vontade, ainda que a vontade única seja de fazer absolutamente nada.

Isso é hoje. Amanhã estou de volta. Mundinho, você me aguarde!

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