Qualquer dia é dia de coxinha!

Eu costumo dizer que tenho paladar infantil, porque amo coxinha e brigadeiro. Para mim, aniversário sem esses dois itens não é aniversário; é uma festa, uma comemoração, mas não é aniversário.

No meu aniversário de trinta anos, por exemplo, o cardápio do buffet não incluía nem um dos dois. Eu achei um absurdo! E mudei tudo, claro. De sobremesa, meus convidados tiveram como opção bolo (porque aniversário tem que ter bolo, pra gente colocar a vela dos parabéns, né?) e brigadeiro. Para não ficar boring, me foi sugerido variar nas opções de brigadeiro, que hoje são inúmeras, com versões chiquérrimas. Mas eu, que sou mula para certas coisas, não consigo abrir espaço para algo mais novidade que casadinho. Aí a solução foi ter brigadeiro de colher, brigadeiro de copinho, brigadeiro de bolinha com granulado de chocolate, brigadeiro casadinho. Eu amei tudo. Meus convidados eu não tenho muita certeza. Mas eu não me estresso com isso: no meu aniversário eu procuro sempre me satisfazer.

Na parte dos salgados, a variedade foi maior, mas eu fiz questão de coxinha, que é meu salgado preferido, dentre todos os existentes. Não sou muito fã das coisas elaboradas demais, porque sempre acho que é forçação, tipo aqueles salgados com massa filo, que é fina, dura, pontuda e normalmente arranha minha boca (tive o trabalho de olhar no Google e parece que nem todo mundo faz a massa filo assim, mas é como o povo de Natal faz e eu não gosto).

Por causa dessa minha predileção (gosto tanto dessa palavra… acho que ela me faz parecer sabidinha que só) por coxinha e brigadeiro, consegui diminuir bem o valor do buffet (o VOLP reconhece só bufê, mas essa palavra é muito feia, então eu vou deixar no popular francês mesmo) no meu aniversário do ano passado. Ser criança tem sempre alguma vantagem.

Estou dizendo tudo isso por uma razão: essa semana eu fui apresentada a um blog que fala só sobre coxinha e suas variações. Infelizmente ele não é atualizado com a frequência que me pareceria mais adequada, mas paciência, né? Eu preciso parar de querer que o mundo gire a meu redor.

O Coxinha Daily é escrito por paulistas e fala sobre lugares em São Paulo que vendem o salgado. Da passada rápida de vista que eu dei no blog, vi que eu experimentei a coxinha de apenas um lugar que eles comentam: a do Bar do Veloso. Eu não sou muito fã de coxinha com catupiry (na verdade, sendo bem honesta, acho catupiry o que há de mais estraga qualquer coisa que existe no mundo culinário), mas da de lá, que é feita com esse ingrediente, eu gostei. Quando li que essa disgrama é misturada diretamente no frango, pensei que pode ser isso que não deixa o recheio ruim. Além disso, a massa realmente é muito boa.

Quem, como eu, gosta de coxinha e passa por São Paulo de vez em quando pode dar uma olhada no blog e escolher um lugar legal para ir.

Em Natal, a coxinha do balcão de Sônia e Mílvia é atualmente a minha preferida. Ainda assim, tomei vergonha na minha cara lisa e fui experimentar a do Mr. Coxinha, que inclusive fica perto da minha casa. Fui com uma expectativa alta e achei tudo muito gorduroso, o que, na minha opinião, deixou o sabor aquém do esperado. Paciência. Eu também não gostei da empada do Mr. Empada.

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