Homesick

Estou começando a achar que minha garganta, que só pode ter vida própria, sente mais falta de casa quando viajo do que eu. Só pode ser essa a explicação para eu ficar com a bicha zuretando meu juízo, que já não é muito, sempre que passo mais de uma semana viajando.

A primeira vez foi em março, quando passei exatas duas semanas fora. A segunda em julho, mais duas semanas; e agora de novo, depois de apenas dez dias. Acho que no meio da minha viagem, minha garganta pressente que vai haver uma ausência meio prolongada e se rebela. Só pode ser isso.

Aliás, bom que se diga, foi por causa dessa bicha sem noção que eu resolvi começar o blog. Depois de ficar sem condição de sair de casa por dois longuíssimos dias, decidi que tinha que arrumar alguma coisa para fazer. Voilà! (Patrick, fineza me corrigir se o acento estiver trocado, tá?)

E chegou o momento da confissão: não tenho nada muito interessante para dizer, porque estou muito muito cansada e meus neurônios todos brigaram entre si. É mais fácil mesmo reclamar da minha garganta carente, que tem, na verdade, por não me permitir comer como eu gostaria, me feito o enorme favor de me manter magra, ainda que louca.

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